segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Vaticano anuncia novo Papa para Páscoa; entenda como funciona o processo


Após a renúncia, o papa não pode mais voltar atrás, segundo define o Código de Direito Canônico do Vaticano


Da Redação 
O Papa que substituirá Bento XVI, que anunciou nesta segunda-feira (11) que vai renunciar no próximo dia 28, deverá ser eleito até a Páscoa, no final de março. Até lá, segundo o Vaticano, o posto ficará vago, período que é chamado de A Sé Vacante. Após a renúncia, o papa não pode mais voltar atrás, segundo define o Código de Direito Canônico do Vaticano.

O processo de escolha do papa é chamado de conclave, quando cardeais de diversas nacionalidades escolhem, a portas fechadas, o novo pontífice. O encontro deve acontecer em até 20 dias após a saída de Bento XVI.

Uma cédula em que está escrito "EligooIn Summum Pontificem" tem um espaço em branco onde deve ser colocado o nome do novo papa. A escolha é feita secretamente pelos cardeais e depositadas em uma urna, onde as cédulas são misturadas e contadas.

Caso o número de cédulas não coincida com o número de cardeais, as cédulas são queimadas e inicia-se uma nova votação. Se o número de cédulas for igual ao número de eleitores, começa a apuração. Os votos são lidos e conferidos em voz alta.

O novo papa precisa ser eleito com dois terços dos votos. Caso contrário, uma nova votação é feita. Após cada votação, o público que acompanha o conclave na Praça São Pedro, no Vaticano, vê sair pela chaminé da Capela Sistina uma fumaça. Se a fumaça for escura, significa que ainda não foi escolhido o novo papa. Fumaça clara indica que a Igreja Católica tem um novo papa.

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